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Splinter Cell: Blacklist tem espionagem com clima de filme

“Splinter Cell: Blacklist” foi uma das grandes surpresas da edição 2012 da feira Electronic Entertainment Expo (E3), a maior feira de games do mundo. O título que mistura espionagem com ação traz de volta o herói e protagonista da franquia Sam Fisher, que entra em uma conspiração internacional por conta da lista que dá nome ao jogo.

E ele retorna com suas habilidades especiais de espião e gadgets que o ajuda a entrar em um local sem ser percebido pelos inimigos e a se defender em um confronto armado. “O jogo está mais pesado, violento, com Fisher torturando os terroristas em busca de informações”, disse Patrick Reeding, diretor do game da Ubisoft.



No momento do “interrogatório”, Sam Fisher não tem muito tempo a perder. Logo, ele crava uma faca no ombro do terrorista e a gira levemente para que ele dê alguma pista sobre a tal “Blacklist”.
Após a tortura, o jogador tem a opção de matar o inimigo ou de apenas nocauteá-lo. Como esta decisão mudará os rumos do game ainda não estão clara, já que a produtora prefere manter segredo com o game que só será lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC no próximo ano.

Três novidades para ficar de olho em 'Splinter Cell: Blacklist'
1 - Scott Lee, diretor de arte do game, disse ao G1 que trabalhou nas roupas de Fisher para que elas indicassem sua personalidade. Sua vestimenta de espião, contudo, foi feita para ele 'não parecer um bobo em um colant'.

2 - Durante as cenas que contam a história, imagens do HQ de Fisher, que dá suporte para as missões, aparecem na parede, criando um clima de tensão e, ao mesmo tempo, informando o jogador.

3 - Reeding disse que dois modos on-line mais populares entre os fãs estão de volta: o 'Spy vs. Mercs' e o modo cooperativo - este ainda não teve o número de jogadores divulgado.


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Sempre um passo na frente
Fisher também pode eliminar os inimigos como os grandes mocinhos dos filmes de ação. No game, quando o personagem está escondido, é possível mirar previamente nos alvos e, ao realizar o ataque no momento desejado, ele os atinge rapidamente com um tiro certeiro.

Ele escala construções, derruba inimigos que estão em parapeitos e sacadas e usa até uma minicâmera para observar por debaixo da porta. Reeding disse que o jogo dará opções do que pode ser feito para invadir uma casa onde está o objetivo e que o game foi feito para deixar o espião sempre “um passo na frente do adversário.
“Ao observar pela porta com a câmera, Sam vê o que pode ser feito para entrar. Ele pode colocar uma bomba na porta e se dirigir para uma janela lateral. Ao mesmo tempo em que ele detona o explosivo, alertando os inimigos lá dentro, ele pode entrar quebrando o vidro. Se tudo der certo, é um momento muito recompensador para o jogador”.

Reeding se diz orgulhoso do resultado do game até agora, mas se diz nervoso ao mesmo tempo. “É o primeiro trabalho do nosso estúdio [o Ubisoft Toronto] que abriu há dois anos só para trabalhar em ‘Splinter Cell’”. Ele contou que a equipe em torno do game é mais de 200 pessoas e que trabalham para lançar o game em 2013.