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Primeiras impressões: Ford Ranger Limited 3.2 manual

Nova geração está 'anos-luz' à frente da antecessora, mas teste foi curto.
Motor forte é casado com câmbio que pede habilidade no primeiro contato.


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O ano de 2012 ainda guarda uma boa dose de lançamentos para o segundo semestre, mas entre as picapes médias não há mais nada a esperar. Com Mitsubishi L200, Toyota Hilux e Nissan Frontier discretamente atualizadas; Volkswagen Amarok com o tão esperado câmbio automático; e Chevrolet S10 transformada em um novo carro, a Ford Ranger - que chega em agosto ao Brasil - encerra o ciclo de novidades num segmento largado nos últimos anos, mas que de repente passou a "bombar".

Se a GM recorreu à engenharia da Tailândia para desenvolver a nova S10, a Ford acionou a sucursal australiana para criar sua picape média, agora global. Segundo a montadora norte-americana, foram investidos US$ 1,1 bilhão para que plataforma, transmissões, motores interior e design fossem totalmente distintos – nem mesmo os parafusos são os mesmos, diz a marca.
O objetivo de qualquer picape média atualmente é se aproximar de um carro quando o assunto é interior e dirigibilidade. E a Ranger, apresentada no último domingo (1º), na Argentina, não é exceção. Veja preços e linha do tempo.

Primeiras (e curtas) impressões
A Ford promoveu um (mal elaborado) teste da nova Ranger em Salta, no interior da Argentina. O repórter do G1 pôde avaliar a nova picape por cerca de 80 km, mas só em 20 km deles como motorista – e apenas num trecho off-road, sem experimentar como condutor condições de asfalto, seja em rodovias ou perímetros urbanos.

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Fonte : Globo