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Paraguai 'não aceita' sua exclusão da cúpula da Unasul na Argentina

Decisão desobedece tratado do grupo diplomático, diz chancelaria do país.
Reunião em Mendoza analisará o rápido impeachment do presidente Lugo
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O Paraguai "não aceita" a decisão da Unasul de o excluir da cúpula de Mendoza, Argentina, tomada, segundo a chancelaria, "sem base jurídica nenhuma".

Em um comunicado, a chancelaria censurou que a decisão tenha sido "adotada sem observar as disposições" do Tratado da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), que diz que a convocatória para a reunião deve ser feita pelo país que exerce a presidência temporária, no caso, o próprio Paraguai.

A exclusão ocorreu por conta do processo de impeachment "relâmpago" sofrido pelo presidente Fernando Lugo na sexta-feira passada.

A Secretaria-Geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), com sede em Quito, no Equador, confirmou na quarta a suspensão.

A Secretaria-Geral da Unasul, liderada pelo venezuelano Alí Rodríguez, informou em comunicado oficial sua decisão toma como base os acordos alcançados na reunião do último dia 21 no Rio de Janeiro e também os resultados da missão de chanceleres e representantes da Unasul, que "conheceram 'in situ' os diferentes aspectos da situação política do Paraguai".

Brasil, Argentina, Equador, Venezuela, Uruguai, Chile, Colômbia, Peru, Cuba, República Dominicana e México retiraram ou convocaram seus embaixadores em Assunção como resposta à destituição do agora ex-presidente Lugo.

Lugo, que na quinta-feira (21) passada perdeu o apoio do Partido Liberal, sua principal sustentação política, foi destituído por mau desempenho de suas funções e acabou substituído, como estabelece a Constituição paraguaia, pelo vice-presidente, Federico Franco.

Os países sul-americanos questionam a legitimidade do processo que derrubou Lugo.
 
Control C + Control V failed.

kkkkk, brincadeira mano.
O que vale é a intenção !

Valeu!