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Os dez maiores escândalos da história dos games

Quem acha que games são feitos de lindos mundos coloridos de cogumelos falantes ainda não conhece suas controvérsias e gafes

Armas, ____, sangue, violência e carecas protagonizaram alguns dos maiores escândalos.

Subornos, acusações, denúncias, disputas judiciais; tudo começa com sonhos e ideologias mas acaba nos tribunais, ou no ouvido de investidores e especuladores. Apesar de parecer se tratar de um texto sobre “lavação de roupa suja” na política, este é, na verdade, um especial sobre alguns dos maiores escândalos e controvérsias da história dos games.


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Coisas que vão além da responsabilização do game “Doom” pelo “Massacre de Columbine”, das infinitas batalhas do ativista Jack Thompson contra todos os games e da troca de ____ da _________ Poison em “Final Fight”. Como citado acima, a indústria dos games tem um número de escândalos sem precedentes, mas a GameVicio reuniu alguns dos que ganharam maior repercussão na mídia.

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De todos os fracassos da série “Driver” provavelmente nenhum se aproximou da decepção que imprensa especializada e público tiveram ao colocar suas mãos em “Driver 3”. A frágil mecânica, que prejudicava o bom andamento do game nas horas que Tanner estava com os pés no chão, foi o grande chamariz de 2004.

Notas baixas ditaram as avaliações das publicações, exceto nas Playstation Magazine e Official Xbox Magazine inglesas, nas quais o game recebeu a nota 9 (de 0 a 10). A disparidade levantou suspeita sobre a idoneidade das revistas. Entre os leitores, o caso ficou conhecido como “Driv3rgate”, em referência aos escândalos do Watergate, na Casa Branca (EUA).

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O clássico “Donkey Kong” já nasceu envolto em polêmicas quando o estúdio de cinema Universal alegou que o personagem e o roteiro do game plagiavam o também clássico “King Kong”. A guerra entre Nintendo e Universal se estendeu e foi parar nas cortes do estado de Nova Iorque (EUA). Acontece que, recém-chegada a solo americano, a Big “N” pisou em terreno já explorado: a Universal havia vendido à Tiger (grande fabricante de brinquedos americana) os direitos exclusivos para a produção de um game portátil do “King Kong”.

Com o advogado Howard Lincoln no comando de sua defesa, a Nintendo se valeu de um ganho de causa anterior da Universal. A companhia cinematográfica havia vencido uma batalha judicial que definia “King Kong” como uma obra de domínio público. O juiz responsável pelo caso entendeu que o mesmo se aplicava à empresa japonesa e que a acusação se tratava de “má fé” pelos lados de Hollywood. Bem sucedido, Lincoln logo seria promovido à diretoria da futura Nintendo of América.

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Em março desse ano um dos maiores escândalos da história dos games chegou às páginas de jornais como o renomado diário inglês "The Guardian" e "O Globo", aqui no Brasil. O começo da batalha foi travado após demissão de Jason West e Vince Zampella, os dois chefes da Infinity Ward (criadora de 'Modern Warfare 2'). Dias depois uma dúzia de funcionários seguiu o mesmo destino.

A gigante Activision Blizzard, dona do estúdio, justificou a despensa devido “insubordinação e violações de contrato” por parte dos cabeças da IW. O estúdio alegou que a gigante não pagava os bônus e royalties prometidos e o caso tem julgamento marcado para maio de 2011.

Em julho, para amenizar o convívio entre os dois estúdios, o espetaculoso presidente da A|B, Bobby Kotick, afirmou que a empresa pagaria os montantes devidos, porém a Infinity ainda não viu nenhuma verdinha... As cifras envolvendo processos por danos morais chegam a 36 milhões de dólares!

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Hoje o realismo gráfico pode até ser o motivador de tamanha pressão e ativismo contra a violência e o erotismo dos games, devido o grau de perfeição das situações retratadas na tela. Agora imagine como eram as coisas quase 30 anos atrás, na segunda geração de consoles. Lançado para o Atari 2600 em 1982, “Custer’s Revenge” significa, literalmente, revanche de Custer, famoso general americano que foi derrotado e morto por indígenas durante a Guerra Civil dos EUA.

E, como o próprio título anuncia, o militar deve se vingar dos nativos americanos. O problema está na maneira que ele impetra sua revanche, após escapar de uma chuva de flechas, por meio do ______ de uma jovem nativa.

Pois é, o choque da comunidade gamer foi grande! O excesso de produções ruins, como “Custer’s Revenge”, resultou na quebra do mercado de videogames norte-americano em 1983 e 1984. O “crash” enterrou empresas, diversos consoles e abriu espaço para novos modelos de negócios nos anos seguintes, liderados pela Nintendo.


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Mais ____, e dessa vez com gráficos modernos e bem polidos! Não é segredo para ninguém que a Rockstar Games é uma empresa polêmica. É difícil definir se essa fama é proposital ou apenas genialidade de seus funcionários, mas é fato que suas controvérsias sempre geram muita polêmica e manchetes de jornais. Com sua série mais popular, “Grand Theft Auto”, a coisa não é diferente. Mas em “GTA San Andreas” discutiu-se muito se os limites não foram ultrapassados.

No game, um bom passeio com a namorada poderia resultar em relações sexuais na casa dela após entrar para tomar um “café”, algo que não aparecia explicitamente. Porém, um polêmico MOD chamado “Hot Coffee” liberava as cenas jogáveis de ____ explícito. A Rockstar foi processada, duramente criticada e muitas lojas deixaram de comercializar o game, o que não impediu muito de torná-lo extremamente popular. Apesar da polêmica, “GTA San Andreas” tem qualidade e a solução encontrada foi lançar uma nova prensagem do game em 2005, sem a presença do MOD.

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Após seis dias do lançamento do terceiro videogame da Sony no Japão (11/11/06), o console chegou aos Estados Unidos com muita expectativa entre os gamers americanos. Porém, num ‘surto de GTA’ uma onda de violência e tumultos mancharam de vermelho o lançamento do Playstation 3 na Terra do Tio Sam. Um comprador do console foi baleado, campistas foram assaltados, funcionários de uma loja forjaram crimes para ocultar seus próprios roubos de consoles, quatro pessoas foram baleadas em uma das intermináveis filas de espera do lançamento, 60 pessoas disputaram a tapas dez unidades do console...

Alguns profissionais do mercado creditam à Sony a culpa pelos incidentes. A companhia japonesa prometeu entregar 400 mil unidades para o lançamento, mas não conseguiu cumprir a metade do montante para a data. Com a escassez, algumas unidades chegaram a ser vendidas por três mil dólares no eBay (o Mercado Livre americano). O lançamento mundial do Playstation 3 foi por água abaixo, pois Europa, Austrália e outras regiões só receberam o console em março de 2007.

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O lançamento do Xbox 360 na América do Norte ocorreu em 22 de novembro de 2005, quase um ano antes daquele que viria a ser seu principal concorrente, o PlayStation 3. Havia consoles para todos, e as vendas foram um estouro. Tanto que as 32,5 mil unidades disponibilizadas para o Canadá se esgotaram logo na ocasião do lançamento. Porém, o inesperado aconteceu...

Desde o lançamento consumidores informaram sobre diversas falhas técnicas no console. Algumas pesquisas apuraram problemas em mais de 54% dos aparelhos comercializados. Talvez o problema mais emblemático é o chamado “Red Rings of Death” ou “Three Red Lights”, que provoca pane geral no sistema do console devido ao superaquecimento interno dos componentes. Tamanho foi o problema que a Microsoft estendeu aos consumidores três anos de garantia, além de ter lançado seis novas linhas de placas até – finalmente – ter corrigido o defeito.

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Semelhante aos escândalos aos quais estamos acostumados aqui no país do futebol, na Coréia do Sul, país do “Starcraft”, o site GamePron denunciou um suposto esquema de combinação de resultados, fraude em partidas e apostas ilegais relacionadas à liga profissional do game no país, que inclusive é transmitida na TV.

No esquema estavam envolvidos jogadores aposentados, um ex-técnico, um ex-narrador, apostadores e jogadores em atividades. As investigações conduziram a 16 culpados, sendo que destes apenas um foi preso, sete terão de pagar fianças altíssimas, um está em julgamento pelo tribunal militar sul-coreano e dois fizeram acordos para testemunhar contra os restantes.

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Muito além de uma simples corrida, “Carmageddon” consistia em fazer de tudo para vencer. Tudo inclui atropelar pessoas e promover uma carnificina com requintes de genocídio... É, as palavras são fortes e o game não faz por menos ao premiar os melhores atropelamentos com bônus. Um escore pontua cada uma das atrocidades cometidas.

Quando foi lançado para PC em 1997, o game se tornou assunto nas escolas, locadoras (sim, elas ainda eram comuns) e, claro, nos veículos de comunicação em massa. A polêmica em torno de “Carmageddon” resultou na sua proibição de revenda aqui no Brasil e em outros países. Mas o game se tornou tão popular que ganhou versões ‘amenas’ para Macintosh, Playstation, Sega Saturn e Nintendo 64.

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“Pokémon” é um daqueles games acima de qualquer suspeita. Quem veria maldade em bichinhos bonitinhos, coloridos e caricatos? Pois muitos enxergaram nos Pocket Monsters algo além do apelo infantil presente na franquia. E estes são simplesmente as três maiores religiões monoteístas do mundo, Cristianismo, Islamismo e Judaísmo. Mas o pior problema enfrentado pela Nintendo certamente se refere a um episódio do animê que só foi ao ar no Japão.

“Electric Soldier Porygon” foi ao ar em dezembro de 1997 no Japão, como o 38º episódio da primeira temporada do desenho animado baseado no game. Em um momento Pikachu dispara um Thunderbolt contra os “mísseis vacina” que a Equipe Rocket pretendia atingir o Porygon.

Devido aos recursos usados nas luzes da cena, que as tornaram extremamente intensas, mais de 12 mil crianças manifestaram reações fotossensíveis. As reações desencadearam sintomas de convulsões, dores de cabeça e náuseas. O episódio jamais voltou a ser exibido no Japão e não chegou a nenhum dos países nos quais “Pokémon” foi transmitido.

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Uma das piores gafes cometidas pelo governo brasileiro em relação aos games aconteceu no fim do século 20, quando uma caça às bruxas resultou na proibição de “Duke Nukem 3D” e ameaçou “Mortal Kombat” e “Doom”, lançados respectivamente em 1992 e 93. As ações foram tomadas após a alegação de que Mateus da Costa Meira, conhecido como “O Atirador do Shopping”, teria se baseado no game do Duke para disparar tiros com uma metralhadora dentro de um cinema em São Paulo. Pelo crime, Meira foi condenado a 120 anos de prisão.

A opinião pública, chocada com as alegações do criminoso e de sua manobra de defesa, exigiu respostas sobre a violência “excessiva” nos games. O problema: em 1999 os três jogos citados já tinham tecnologia ultrapassada, com outros títulos muito mais realistas sendo lançados em território nacional. Só em 2008, os jogos “Counter-Strike” e “Everquest”, ambos de 1999, sofreram com o mesmo tipo de proibição, já atrasada...

No ano passado veio à tona um projeto de lei de 2006 do senador e candidato à reeleição Valdir Raupp (PMDB-RO), que proíbe a comercialização e/ou manutenção de “jogos ofensivos aos costumes (...)”. Extremamente ambíguo, o texto da PLS visivelmente não foi escrito com base na objetividade e, sim, baseado em certo “achismo”.

Fica a pergunta ao Sr. Raupp: Quais seriam os parâmetros? A suspeita de muitos gamers é que isso se torne um chamariz para a proibição de diversos jogos, destronando a “livre manifestação do pensamento”, prevista no Artigo 5º, inciso IV da Constituição Federal Brasileira de 1988.

Fonte:Jogos MSN
 
Eu tenho aquela versão do GTA
kkkkkkk
que horror !
 
Gta versão antiga !
 
taa sabendo legal heim. .;* iuaiouauaoia/auiauoia/oiuaoiauaoi