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Marin justifica experiência de Teixeira como motivo para salário de R$ 100 mil

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Ricardo Teixeira foi contratado pela confederação de futebol para prestar serviços

Ricardo Teixeira renunciou oficialmente à presidência da CBF no dia 12 de março deste ano. Dias depois, foi contratado pela confederação para prestar serviços de consultoria e captar novos patrocínios para a entidade. Por esses serviços e por sua “experiência administrativa”, o ex-presidente da entidade máxima do futebol nacional recebe cerca de R$ 100 mil por mês.

Os termos do acordo foram revelados nesta sexta-feira pelo atual presidente da CBF, José Maria Marin, em entrevista coletiva concedida no Rio de Janeiro. Marin assumiu a entidade logo após a renúncia de Teixeira e elogiou os serviços de seu antecessor.
“Ricardo Teixeira tem larga experiência no campo de administração do futebol, esteve mais de 24 anos na frente da maior entidade do futebol brasileiro, foi do comitê executivo da Fifa e do Conmebol”, disse Marin. “Não posso desprezar essa experiência.”
O atual presidente da CBF disse também que “precisa recorrer várias vezes” a Ricardo Teixeira. Segundo ele, a CBF tem cerca de 300 contratos em vigor, a maioria deles assinados por Teixeira. Por isso, muitas vezes a opinião dele é essencial.
“E não é só pela administração, mas também pelo futebol”, complementou Marin. “Ricardo Teixeira foi um dirigente vitorioso. Contra os números não há argumentos.”
De acordo com o diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, o contrato da CBF foi feito diretamente com Ricardo Teixeira e não com alguma empresa dele. Esse contrato tem tempo de vigência indeterminado, mas pode ser rescindido, sem multa, por qualquer uma das partes desde de que a outra parte seja avisada com 30 dias de antecedência.
 
Dahora ^;^