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Dolly vs Coca-Cola, como começou!

Corrupção, sabotagem, espionagem industrial, ameaças contra a vida, boletins de ocorrência, política, denúncias a órgãos públicos. Até parece tema de filme de Hollywood, mas trata-se apenas da história que Laerte Codonho, brasileiro e patriota, está escrevendo em nossos livros.



Um único brasileiro, determinado e autêntico, consegue incomodar muita gente apenas falando do que sabe e prova. O caso já é conhecido internacionalmente:




Dolly x Coca-Cola

Afinal de contas por que tanta inquietação? Quem é Laerte Codonho? O que ele fez?



Só porque um brasileiro decide mudar leis para beneficiar seu povo. Dando o direito a escolhas, oferecendo novas opções de consumo merece ser perseguido? Pois é, parece que o preço por ser inovador, corajoso e ter caráter é bem alto.


O “pecado” de Codonho


Em 1987 Laerte Codonho lança o primeiro refrigerante diet do país. Sua empresa 100% nacional resolve inovar o mercado de bebidas. Técnico agrícola e economista, viaja aos Estados Unidos, onde conhece o refrigerante diet. Com casos de diabetes na família, a bebida chama-lhe muito a atenção. Trazer a novidade ao Brasil pareceu algo obviamente necessário.



Começa seu trabalho contratando profissionais de alto nível e com ampla experiência no mercado. A preocupação com qualidade é uma constante. Até hoje o controle de qualidade é feito a cada 15 minutos continuamente durante as 24 horas do dia. Laerte Codonho faz questão de ser um dos provadores e afirma ser o mais exigente.



Todo esse esforço e cuidado são prejudicados pelas Leis do país. Enquanto quase que no mundo inteiro, já existia a opção do refrigerante diet, no Brasil, até 1987, o Governo Federal não autorizava a fabricação dos mesmos, devido a uma Lei de 1973 que proibia o uso de edulcorantes sintéticos em bebidas.



Esse argumento era baseado em pesquisas realizadas na década de 60 nos Estados Unidos, que informava que o consumo em quantidade exagerada poderia ocasionar doenças. Concluiu-se que essa quantidade exagerada seria de dois a três mil litros de refrigerantes por dia, o que brilhantemente os norte-americanos conseguiram perceber que tal consumo seria praticamente impossível.



Apesar da grande descoberta norte-americana, no Brasil a interdição aos refrigerantes diets continuou, porém o uso dos adoçantes em gelatinas, pudins e outras sobremesas eram permitidos.



Nesse ano, 1987, a Dolly teve seu registro negado pelo Governo Federal e impetrou ação judicial contra a Lei que proibia a produção dos refrigerantes dietéticos. Ganhando a causa em 1988.

Desde esse tempo, Laerte Codonho vem provando que ser brasileiro tem seu preço e não é baixo.


A cada dia esse brasileiro escreve um novo capítulo de cidadania, coragem, determinação e é motivo de orgulho e exemplo para nós que queremos realmente um país livre e honrado.

Resta apenas nosso Presidente da República, atender o apelo de Codonho e recebê-lo para um brinde com o primeiro e mais saboroso guaraná diet 100% brasileiro.



Para quem quiser conhecer a história da empresa Dolly, acessem o site: www.dolly.com.br .

http://www.viadeacesso.com.br/v2/revista/Perfil/?id=152
 
tomo dolly todos os dias não troco ele por uma coca-cola