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Christopher Nolan fala do novo Batman, filme de super-heróis atípico

Quando Christopher Nolan assumiu "Batman Begins", em 2005, a franquia do homem-morcego parecia enterrada pelas lembranças de um George Clooney usando um uniforme com mamilos em "Batman & Robin" (1997).

O diretor encontrou o homem por trás da máscara do herói, Bruce Wayne (Christian Bale), e o jogou em um mundo realista, onde um homem vestido de morcego não parecia tão surreal.

Três anos depois, fez o impensável na continuação "Batman - O Cavaleiro das Trevas": matou a mocinha, saiu dos moldes ao filmar um "noir" moderno e ainda deu lugar a um dos vilões mais perturbadores do cinema, o Coringa de Heath Ledger.

A sequência rendeu mais de US$ 1 bilhão. Mas Nolan não quis saber. O terceiro capítulo da sua visão do Batman será o último, e nele o cineasta foi mais longe. "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge", que chega ao Brasil em 27/7, é cheio de surpresas.

"As pessoas estão esperando o inesperado, por mais contraditório que seja", fala à Folha o diretor, que teve liberdade para transformar o orçamento de US$ 250 milhões em um filme de quase três horas, em boa parte das quais o herói vê, sem máscara, o mundo ruir ao seu redor.

"Quando fiz 'Batman Begins', as pessoas me perguntaram se não poderia ter um pouco mais do Batman. Eu as ignorei e o filme funcionou. Na conclusão, eu não poderia tratar o personagem como se fosse separado de Bruce Wayne. Ele é um aspecto da personalidade do playboy, sua forma de ir para a ação."
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