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CBF banca voo de R$ 1 mi para 11 cartolas assistirem aos Jogos

ImagemPelo menos 22 convidados da CBF vão embarcar para Londres com a tarefa de só torcer pela conquista da inédita medalha de ouro olímpica da seleção brasileira.

A partir de segunda-feira, 11 presidentes de federações estaduais viajarão para a capital inglesa com todos os custos bancados pela confederação que é comandada por José Maria Marin desde março.

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José Maria Marin, presidente da CBF, dá entrevista em Brasília

No pacote do chamado "voo da alegria", os cartolas poderão levar um acompanhante, ficar hospedado no exclusivo hotel que serve de concentração ao time de Mano Menezes e assistir aos jogos nos estádios.

Eles terão também acesso aos treinos da equipe no Centro de Treinamento do Arsenal e passeio pela capital inglesa. A maioria do convidados ficará 21 dias em Londres.

O custo da operação é mantido em sigilo, mas deve ficar próximo de R$ 1 milhão. Um pacote duplo com nível semelhante custa cerca de R$ 60 mil por pessoa por 18 dias em Londres, no mesmo período.

Os dirigentes ficarão hospedados no Sopwell House Hotel, uma das mais charmosas hospedarias dos arredores da cidade de Londres. O hotel está instalado numa residência georgiana, com 12 hectares de jardins e um spa de temática japonesa.

"Estou animado. Vai ser a primeira vez que vou visitar a Inglaterra. Espero que a seleção tenha sorte lá também", afirmou o presidente da Federação Paraense de Futebol, Antonio Carlos Nunes de Lima, conhecido também como coronel Nunes.

Ele embarca na tarde de amanhã ao lado de sua mulher. Comandando a federação paraense há 20 anos, o dirigente fará duas escalas antes de chegar a Londres.

De Belém, ele vai para Fortaleza. Em seguida, o coronel e sua mulher seguirão para Lisboa. Depois de chegarem à capital portuguesa, a dupla pegará um voo que finalmente os deixará em Londres.

Nunes foi um dos principais aliados de Marin quando Ricardo Teixeira deixou o poder após ceder a pressão do governo federal e da Fifa.

Fonte:uol
 
Bom, pra isso eles tem muito e muito e muito dinheiro.
Agora pra saúde pública, segurança. Sempre falta verba.

Incrível!