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Bandidos invadem presídio e líder de assalto ao BC foge

Um dos líderes do assalto ao Banco Central de Fortaleza, Marcos Rogério Machado de Morais, vulgo "Cabeção" ou "Bocão", conseguiu fugir do Instituto Penal Professor Olavo Oliveira 2 (IPPOO 2). Ele e outros oito presos foram resgatados no início da tarde de hoje. A operação deixou dois feridos: um sargento e um agente penitenciário.

O presídio foi invadido por um grupo armado. Segundo a polícia cearense, o objetivo principal era libertar Alex Sousa Ribeiro, vulgo "Alex Gardenal". Houve troca de tiros entre os invasores e a segurança do presídio. O sargento da Polícia Militar foi atingido de raspão no braço e o agente penitenciário com uma coronhada na cabeça.

Marcos Rogério havia sido preso em agosto de 2007, em São Paulo. O assalto ao BC de Fortaleza ocorreu em agosto de 2005. Até hoje é considerada a maior ação contra bancos no Brasil. Usando um túnel, os ladrões conseguiram levar R$ 164,7 milhões sem serem notados. A polícia não conseguiu recuperar a maior parte do dinheiro.

Fonte: Estadao
 
um dos líderes do assalto ao Banco Central de Fortaleza, Marcos Rogério Machado de Morais, vulgo "Cabeção" ou "Bocão", conseguiu fugir do Instituto Penal Professor Olavo Oliveira 2 (IPPOO 2). Ele e outros oito presos foram resgatados no início da tarde de hoje. A operação deixou dois feridos: um sargento e um agente penitenciário.

O presídio foi invadido por um grupo armado. Segundo a polícia cearense, o objetivo principal era libertar Alex Sousa Ribeiro, vulgo "Alex Gardenal". Houve troca de tiros entre os invasores e a segurança do presídio. O sargento da Polícia Militar foi atingido de raspão no braço e o agente penitenciário com uma coronhada na cabeça.

Marcos Rogério havia sido preso em agosto de 2007, em São Paulo. O assalto ao BC de Fortaleza ocorreu em agosto de 2005. Até hoje é considerada a maior ação contra bancos no Brasil. Usando um túnel, os ladrões conseguiram levar R$ 164,7 milhões sem serem notados. A polícia não conseguiu recuperar a maior parte do dinheiro.

Fonte: Estadao